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A volta das festas universitárias

Atualizado: 24 de abr. de 2022

Com o arrefecimento da Pandemia de Covid-19 estão de volta as "calouradas", os eventos esportivos, festas e confraternizações.


Rafael Abbehusen - 06 de dezembro de 2021

 

Desde março de 2020 tivemos que deixar para trás muitos costumes e rotinas devido a pandemia da Covid-19, o que fez com que os universitários ficassem mais de um ano e meio sem um único evento de cunho festivo.


Foto de Mark Angelo Sampan no Pexels

Com o avanço da vacinação em Salvador, as atléticas finalmente podem voltar com suas famosas "calouradas", eventos esportivos, festas e confraternizações. Porém, a pandemia ainda não acabou e todo cuidado é pouco quando se trata de prevenção ao vírus, por isso, as organizações devem seguir todas as recomendações de saúde e segurança contra a Covid-19.

Reprodução: Instagram @atleticabahianademedicina

Em entrevista com a equipe da CJor, Ricardo Mota, supervisor do núcleo de eventos da Atlética Bahiana de Medicina e diretor de comunicação da ABAM (Associação Baiana das Atléticas de Medicina), contou um pouco de como foi o planejamento e organização dos dois próximos eventos universitários do calendário de novembro: A Serpentaça, marcada para 20 e 21 de novembro no Clube Adelba, sendo organizada pela Atlética Bahiana de Medicina, contando com campeonatos de futsal masculino e vôlei feminino pela manhã e festa pela noite. O Interpraia, evento universitário de praia com campeonatos de vôlei de praia e futevôlei, marcado para as manhãs dos dias 27 e 28 de novembro no Sunset Beach Sports, com organização conjunta da ABAM e da UNI Entretenimento.

Sobre as duas festas, Ricardo contou que tanto a atlética da Bahiana quanto a ABAM e a UNI não estavam esperando um demanda tão alta de público como foi quando anunciaram os eventos.

"... com relação ao público, foi fenomenal, a gente não esperava que tivesse uma recepção tão boa. Inicialmente nós acreditávamos que a demanda seria somente dos atletas e pessoas mais próximas da atlética, que sempre estão presentes nos eventos, mas foi uma surpresa muito legal ver a faculdade toda se mobilizando, empolgada com evento. Muita gente também vai ter o primeiro evento universitário como aluno, então tá todo mundo muito animado e a recepção está sendo muito positiva."


Já sobre o espaço da Serpentaça, Ricardo ressaltou a preocupação com a quantidade de pessoas presentes:


"Claro que não vai ser um evento muito grande, infelizmente. Outros eventos nossos, como a Serpentada, já chegaram a ter 1000 pessoas, porém ainda estamos em pandemia, felizmente com grande parte da população já vacinada, o que nos permite fazer eventos desse tipo. Com o alvará que conseguimos do espaço, o evento vai ser para, no máximo, 250 pessoas com uma expectativa de ser um evento que todos saiam felizes e no "hype" para mais, já que o esperado é que semestre que vem tenhamos a Serpentada, daquele jeito que todo mundo já conhece."


Já sobre o Interpraia, Ricardo explicou como veio a ideia da festa e a recepção do público:


"Já era uma ideia antiga da ABAM, principalmente depois da Liga UNI Circuito Praia, e como não conseguiríamos fazer um evento do tamanho do InterMed, a gente pensou em fazer um evento um pouquinho menor mas que conseguisse suprir a saudade que a gente está do nosso InterMed..."

"... novamente fomos surpreendidos pela procura enorme. A gente conseguiu uma parceria muito bacana com o pessoal da Dominguêra, que já iam ter Rogerinho como atração, então a gente vai ter no sábado e domingo o Interpraia, e quem comprou o ingresso ganhou também o ingresso do Dominguêra, pra que o pessoal saísse do Interpraia direto pra lá pro show de Rogerinho."

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