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2022: Onde estão os times do Futsal Masculino, finalistas da Liga UNI 2019?

Vinícius Cunha - 16 de agosto de 2022

 
Reprodução/Atlética Manada UFBA

Três anos se passaram desde a edição de 2019 da Liga UNI, uma das maiores competições esportivas universitárias de Salvador. Naquele ano, Engenharia da UNIFACS e Engenharia Civil da UFBA (Manada UFBA) foram as atléticas que conseguiram chegar à final entre as equipes de futsal masculino.



O torneio desse ano se encaminha para as quartas de final, e um dos times já está com um destino completamente diferente do de 2019 definido.


Eng.Facs:

EngFacs na final da Liga UNI 2018 - Reprodução/Atlética EngFacs

A equipe do "Abelhão" tem chance de chegar novamente à final e até mesmo de brigar para repetir a glória conquistada na Liga UNI 2018, quando tornou a atlética pela primeira vez campeã na modalidade do futsal masculino. Em 2022, a Colmeia se classificou em primeiro lugar no grupo D, e jogou nas oitavas de final no último domingo (13/08), tendo vencido a FisioFTC com uma goleada, 6 x 2, em uma partida que contou até com gol do goleiro.


Para Hugo, capitão do futsal da EngFacs, a equipe saiu da final da Liga UNI 2019, derrotada pela Manada UFBA, com uma sensação de dever cumprido. Ao relembrar a partida, ele afirma que o jogo foi "uma fatalidade" para o time: "A quadra estava escorregando, e apesar de afetar os dois times, o nosso com uma característica de maior posse de bola acabou sentindo mais".


Ele afirma que o time sofreu várias baixas no elenco durante este período. "De 2019 para cá nosso time sofreu com muitas perdas, perdas essas difíceis de recompor no elenco, mas com as peneiras conseguimos colocar o time em um nível parecido ao anterior, apesar dos físicos não serem mais os mesmos". Hugo destacou ainda que a equipe tem um elenco renovado e com "vontade de manter a tradição do futsal da EngFacs, que é ser campeão".

"Seguimos na busca de sermos bicampeões da Liga UNI de 2022", completou Hugo.

Civil UFBA

Civil UFBA na final da Liga UNI 2019 - Reprodução/Atlética Manada UFBA

Para a Civil UFBA, não existem mais horizontes na edição atual da Liga UNI. A equipe encerrou sua participação na competição sem conseguir se classificar para as oitavas de final, ficando em terceiro lugar com três pontos contra sete da EngJorge, primeira colocada do grupo H.


Em 2019, o time conseguiu ultrapassar obstáculos técnicos e venceu nos pênaltis a semifinal e a final, transformando a Manada UFBA na campeã daquela edição da Liga UNI.


Leonardo Viana, jogador e vice-presidente da Civil UFBA, diz que 2019 foi o ano de pico da preparação da equipe, principalmente devido a participações positivas em torneios anteriores à Liga UNI e o foco dos jogadores, que participavam de treinos ao menos uma vez por semana.


Naquele ano, os atletas entraram em consenso pela contratação de um treinador para organizar taticamente o time, fator decisivo para a conquista.


Em 2020, no entanto, a pandemia de COVID-19 levou a equipe a ter uma grande baixa de atletas. Segundo Leonardo, "dos 16 que participavam da Liga UNI, 6 se mantiveram". Com isso, a Manada selecionou calouros para tentar recompor o time, mas teve problemas para manter um calendário de treinamento e um grupo com bom preparo físico devido às limitações trazidas pela emergência sanitária. "A gente teve um período pandêmico bem complicado, com várias restrições presenciais".


O grupo manteve a inscrição na Liga UNI 2022, mas com a consciência de que não existia o mesmo preparo de 2019. "Muita gente ficou sedentária, priorizou mais os estudos, os trabalhos e o resguardo da saúde, então essa preparação e o treino de futsal ficou para segundo, terceiro ou quarto plano". "De fato a não-classificação para as oitavas foi um peso grande para todo o grupo", reconheceu.


Para Leonardo, apesar das dificuldades e do baque que a eliminação causou na equipe, o que fica é a experiência e o aprendizado. Para o segundo semestre, ele diz que o cenário no time de futsal da Civil UFBA é outro, e que a expectativa para o grupo a partir de agora é "a vontade, a raça, e o preparo físico". "Agora a gente tem um espaço para poder treinar e uma integração maior com os calouros", destacou.

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